PORQUE o ato de empreender, de fazer, de criar, de inovar, de procurar soluções que nos melhorem a vida, está patente em todos nós.

PORQUE o empreendedorismo pode e deve ser parte de um processo formal de aprendizagem em sala de aula, e quanto mais cedo na vida das pessoas, melhor.

PORQUE o espírito empreendedor não é um traço de personalidade mas um comportamento que deriva de duas coisas: os conhecimentos e a atitude.

O Livro

Este livro é um guia prático de como criar um primeiro negócio: uma empresa implementando uma oportunidade.
Um empresário é como um piloto de avião: quando sai de Nova Iorque para Los Angeles ou de Londres para Roma, não simplesmente descola, voa e espera ...chegar ao seu destino.
Pelo contrário faz primeiro um plano de como espera exatamente chegar ao seu local final.
E esse é exatamente o conteúdo deste livro: como fazer um plano para criar uma primeira empresa.
Trata-se assim de um livro eminentemente prático que foca quer no o que há a fazer (os passos a seguir), quer no como (as técnicas para implementar na prática cada passo) e pode ser utilizado de um de três modos:
- como manual para uma disciplina de empreendedorismo
- para um projeto que se queira desenvolver
- como simples leitura de quem queira como primeiro emprego criar a sua empresa

Este livro é a fonte de coragem para todos aqueles que sonham em serem empreendedores.
António Coradinho - Presidente da Câmara de Comércio no Brasil - Bahia

Na Sonae os valores do empreendedorismo e da inovação são cruciais e o conhecimento e experiência desta obra é não só um passo 1) meritório como na 2) direcção certa.
Paulo Azevedo - CEO da Sonae

Uma obra incontornável, que faltava num país como Portugal.
José António de Sousa - Presidente e CEO da Liberty Seguros Portugal

Um excelente livro para fomentar a inovação, o empreendedorismo, o espírito criativo e crítico, a inquietude e o interesse em novas áreas do conhecimento; seja para fazer coisas novas ou as mesmas de forma diferente.
Fernando Monteiro - Administrador Executivo da SIVA Distribuidora em Portugal das Marcas Volkswagen, Audi, Škoda, Bentley e Lamborghini

Este manual do empreendedorismo, pela sua clareza de concepção e cobertura prática, é de uso obrigatório para os que leccionam e uma bíblia para os que empreendem.
Manuel Carrondo - Fundador do instituto de investigação IBET que exporta 2/3 dos seus serviços para as maiores farmacêuticas do mundo

Os Autores

Jorge Vasconcellos e Sá

É Professor Catedrático e tem um MBA pela Peter F. Drucker Graduate School of Management na Califórnia, onde foi aluno de Peter Drucker. Possui um doutoramento em Gestão de Empresas (PhD), pela Columbia University, de Nova Iorque onde foi também assistente e investigador. Foi-lhe conferida a Cátedra Jean Monnet (pela fundação Jean Monnet em Bruxelas), o mais alto título académico europeu.
Possui duas licenciaturas, uma em Economia (Un. Técnica) e outra em Gestão de Empresas (Un. Católica) e uma pós graduação em Macroeconomia pela Fundação Gulbenkian e fundou o Instituto de Liberdade Económica a que preside. Proferiu conferências e deu seminários em várias universidades e instituições internacionais.
Tem exercido as funções de consultor privado, administrador não executivo ou ensinou em programas de executivos de multinacionais como por exemplo: Coca-Cola, SHELL, Unisys, IBM, Price Waterhouse, Klynveld Peat Main Goerdeler, Glaxo, British Petroleum, Dun & Bradstreet, Deloitte & Touche, Makro, Systéme U (C.N.R.), Intermarché, Mini Prix Bonjours, Accenture, Watson Wyatt, Cap Gemini, Cesce, Scottish and Newcastle, Sara Lee, Microsoft, Total, Johnson & Johnson, Pfizer, Logica, Indra, Grandvision, Jafep, Euler Hermes, Cosec, Tivoli Hotels & Resorts, Millennium Bank, Julius Baer Bank, SGG, Henkel, Volkswagen, McDonald's, MiTek, United Steel Products, etc.
Publicou mais de vinte livros que foram traduzidos em onze línguas: inglês, português, espanhol, chinês (mandarin), russo, ucraniano, alemão, lituano, tailandês, coreano e norueguês e receberam citações de recomendação, entre outros, de Peter F. Drucker, Philip Kotler, Al Ries (autor dos bestsellers Market Warfare e Posicionamento) e Don Hambrick (Professor das Universidades de Columbia e Pennsylvania).

 

Magda Pereira

Gestora, licenciada em Gestão de Empresas pelo Instituto Superior de Economia e Gestão. Escreveu diversos livros em co-autoria com Jorge Vasconcellos e Sá.

Fátima Olão

Economista, licenciada em Economia pela Universidade Nova de Lisboa. Pós-Graduação em matemática financeira pela Universidade de Lisboa/ISCTE. Escreveu diversos livros em co-autoria com Jorge Vasconcellos e Sá.

 

Elizabeth Borges

Professora, licenciada em Estudos Ingleses e Alemães/Ramo Educacional pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

José António de Sousa, presidente e CEO da multinacional Liberty Seguros Portugal, é um exemplo do comportamento empresarial, tendo desenvolvido seguradoras no Brasil, México, EUA e agora Portugal. Natural do Porto é licenciado pela Faculdade de Economia do Porto.








Warren Buffett, nasceu no Nebraska, Estados Unidos e desde criança demonstrou as suas qualidades de empreendedor, indo de porta em porta vendendo doces, Coca-Cola e revistas semanais. Depois, no ensino secundário dedicou-se a vários negócios para ganhar dinheiro, tais como, vender bolas de golfe remanufaturadas, clientelizar carros e em 1945 lembrou-se de comprar uma máquina de pinball e colocá-la numa barbearia local. Após algum tempo, era já dono de dezenas de máquinas em diferentes lojas. O seu interesse em investir na bolsa de valores vinha desde a infância e numa viagem a Nova Iorque aos dez anos fez questão de visitar o New York Stock Exchange. Tendo estudando na escola de gestão de Columbia (como um dos autores), dedicou-se depois a investir em empresas. Em 2008, tornou-se o homem mais rico do mundo, ultrapassando Bill Gates (da Microsoft) com uma fortuna estimada em 60 biliões de dólares. No ano seguinte Buffett ficou em segundo lugar, tendo Bill Gates voltado à primeira posição. Desde então têm alternado posições.

Prefácio (por José António de Sousa)

A discussão sobre o empreendedorismo não é de todo pacífica1 Há divergências de opinião sobre se o empreendedorismo é inato e faz parte do ADN de determinados indivíduos apenas; ou se pode ser treinado e aprendido. Que eu resumiria, na seguinte opinião pessoal: podendo haver certas características nos empreendedo- res que são intrínsecas ao indivíduo, inatas, como a determinação, persistência e abertura à assunção de riscos (arrojo); o empreendedorismo pode e deve contudo ser parte de um processo formal de aprendizagem em sala de aula, e quanto mais cedo na vida das pessoas, melhor.
Assim, o ato de empreender, de fazer, de criar, de inovar, de procurar soluções que nos melhorem a vida, está, creio, patente em todos nós. Haverá diferenças de intensidade em cada um, o que juntamente com circunstâncias fortuitas, a sorte, o estar no lugar certo, no momento certo, para agarrar oportunidades, etc., leva a que uns possam ser Warren Buffet ou Steve Jobs, que corporizam o empreendedorismo na sua essência mais marcante e pura.
Haverá depois outros que, sem deixar de ser empreendedores, montam o seu pequeno negócio mais modesto, com o qual alimentam as suas famílias e vivem as suas vidas e não têm o sucesso nem o impacto mediático dos grandes nomes do empreendedorismo.
Contudo, o facto é que uns e outros são fundamentais para a nossa vida em sociedade, já que uns e outros contribuem para a criação de emprego (nem que seja evitando que eles próprios, e os seus familiares diretos, recorram ao mercado de trabalho para sobreviver).
Os fora de série, como os mencionados Buffet e Jobs são os «role models», os modelos mediáticos de sucesso que todos almejam a emular e a base dos casos que se analisam e estudam nas escolas de negócios, tratando de escalpelizar as razões, inatas ou exógenas, que os levaram ao sucesso.
Quem gostar de aprender, não deve deixar de ver o filme «Jobs», um dos documentários mais completos e poderosos que vi até hoje sobre empreendedorismo; e não deve também deixar de apreciar devidamente o Manual de Inovação e Empreendedorismo que temos aqui em mãos. Aliás, sempre apreciei muito particularmente a forma, com acentuado caráter visual e profusão de cores, como o Professor Vasconcellos e Sá comunica e constrói as suas obras (e as suas aulas e apresentações), uma forma superior de captar a atenção do leitor.
Por isso a profusão de imagens reais, contemporâneas, que acompanham, sublinham ou complementam as mensagens críticas do texto, irão com toda a segurança incrementar exponencialmente o sucesso na apreensão da matéria, no círculo a que se destinam. Estando Portugal num momento de mudança profunda, é mais do que nunca preciso um ensino vocacionado para o desenvolvimento de competências específicas que ajudem os jovens a aplicar de forma prática os conhecimentos teóricos que adquirem no sistema de ensino. Esta é pois uma obra incontornável, que faltava no currículo escolar de um país como Portugal e que deve ser complementada com outras melhorias curriculares, nomeadamente o nosso ensino deveria ser, a partir dos primeiros anos, pelo menos bilingue (português / inglês), ou até idealmente trilingue, em que o terceiro idioma (mandarim, espanhol, alemão, russo, árabe) fosse de escolha pessoal dos pais, mas obrigatório. Só esta combinação de empreendedorismo inovador e global, aplicado por cidadãos poliglotas, conseguirá libertar Portugal da terrível dependência financeira, económica e, em consequência, politica também, em que vivemos hoje em dia.

(Introdução): a quem é útil este livro?

Um empresário é como um piloto de avião: quando sai de Nova Iorque para Los Angeles ou de Londres para Roma, não simplesmente descola, voa e espera ...chegar ao seu destino.
Pelo contrário faz primeiro um plano de como espera exatamente chegar ao seu local final.

(Importância): De garagens e quartos de universidade a Multinacionais

Consegue imaginar a sua vida sem um PC? Ou com um mas sem qualquer versão do Windows, o sistema operacional mais utilizado no mundo? Ou sem um simples motor de busca como o Google? Ou sem Facebook, YouTube, iPod ou uma simples agenda electrónica com telefone e internet agregados como o Palm Pilot?

As várias facetas do empreendedorismo: invenção, inovação, segmento e nicho

A primeira coisa para se encontrar (oportunidades, inovação) é saber o que se procura. Para isso iremos neste capítulo analisar os vários tipos de inovação e depois distingui-la de outros conceitos como invenção, empreendedorismo, segmentos de mercado e nichos.

O ponto de partida: a necessidade não satisfeita (seis passos para a encontrar)

Nos capítulos anteriores vimos a importância da inovação, os vários tipos de inovação e como ela se distingue de outros conceitos: invenção, empreendedorismo, segmento e nicho de mercado. Agora iremos começar a ver como inovar. E o ponto de partida é uma necessidade não satisfeita.

O plano de mercado (externo)

Neste capítulo vamos ver o que devemos fazer para implementar a nossa ideia: o conjunto de ações necessário de modo as pessoas comprarem o nosso produto/serviço.

O plano organizacional (interno)

Além do plano de mercado (que direciona a empresa) é necessário um veículo (que a leve até lá).
Chegar ao destino requer volante e motor e além de (é claro), um condutor (empresário).

Conclusão

 

Sugestão de outras leituras

 

 

Extrato da Obra

Manual do Professor

Para os professores, este manual representa uma fonte de inspiração para partilhar com os alunos, alimentando o seu espírito inquisitivo e criativo e guiando-os, de uma forma prática, na prossecução dos seus projetos.

Ao longo dos diferentes capítulos, são partilhadas as ferramentas essenciais para “ganhar asas” e assegurar que o destino dessa viagem é o sucesso. Uma obra essencial para conhecer os fundamentos do empreendedorismo, bem como técnicas e exemplos práticos que nos são, aqui, apresentados.

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